Última alteração: 2021-09-28
Resumo
Registra-se um aumento na utilização de agrotóxicos no Brasil, impulsionado pela alta demanda de produção agrícola. Essas substâncias possuem taxas de toxicidade para repelir ou eliminar agentes patogênicos que comprometam a saúde das plantações ou acelerem as mesmas. Quando não manuseados corretamente, prejudicam tanto à saúde humana, como ao ambiente, contaminando solos e rios. Em grupos socialmente fragilizados, intoxicações são frequentes devida à má instrução, ocasionando doenças que afetam o sistema nervoso, incapacitando o indivíduo de suas funções laborais. O objetivo deste trabalho foi analisar os compostos dos agrotóxicos utilizados no país e estudar o adoecimento de produtores após o contato com os mesmos, com enfoque nas disfunções neurológicas. Para tal feito, o trabalho se desenvolveu em etapas, através de consultas na internet, materiais como artigos, teses, livros, monografias, entre outros, compuseram a bibliografia, entendendo a realidade socioeconômica dos produtores, bem como exposição a substâncias tóxicas como parte da jornada de trabalho. Casos de agricultores acometidos pela Doença de Parkinson e outras doenças relacionadas por consequência dessas toxinas é crescente, expondo a ineficácia das campanhas de conscientização ou falta delas. Espera-se que sirva como fonte de conhecimento para o público e coopere na diminuição dos acidentes químicos em ambientes rurais.